Parece brinquedo mas aqui estou eu recomeçando......
Os dias passam rápido, algumas vezes rápido demais.
Vamos fazer nova tentativa e juro, näo é por falta de vontade, é falta de possibilidade.
Nessa fase, devo agradecer algumas pessoas, mas citar nomes, as vezes é problemático,mas eu não esqueço de dizer para todos que me apoiam,muito obrigada.bjs
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16 de janeiro de 2012
11 de novembro de 2009
Bons momentos no encontro do TRICOTEIRAS SOLIDÁRIAS
As fotos dizem o clima que estava o encontro...a maior festa e amizade entre as participantes. Foi muito bom.
beijos, meninas!!!!!
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3 de novembro de 2009
TRICÔ - terapia para todas as idades
Nos EUA, tricô ajuda os adolescentes ansiosos. E no Brasil, a meditação é estudada contra hipertensão e depressão
Lena Castellón
Um ponto aqui, outro ali. Olhos grudados nos movimentos das mãos, mas ouvidos atentos ao que dizem em torno. O professor fala e os estudantes tricotam. Parece estranho, mas é assim que alguns alunos do Manhattan Center for Science and Mathematics, dos Estados Unidos, têm assistido aulas. A direção acredita que permitir a prática na sala não é prejudicial. Pelo contrário, ajudaria a aprimorar a concentração. Em declaração dada recentemente ao jornal inglês The Times, uma assistente do diretor não apenas garantiu isso como acrescentou que os jovens também trabalham com papel e caneta. O curioso é que essa não é a única instituição americana a liberar o hobby em suas dependências. A atividade, tão comum às nossas avós, virou mania nos EUA e no Reino Unido. A moda floresceu há cerca de dois anos, gerou clubes de tricô nas escolas e invadiu a internet, com sites e blogs sobre o tema.
A mania cresceu tão rapidamente que foi lançado um livro para quem deseja aderir ao artesanato manual. Teen Knitting Club – das experientes tricoteiras americanas Jennifer Wenger, Carol Abrams e Maureen Lasher – traz dicas para que garotas e garotos (sim, eles também tricotam) produzam suas peças. “Tenho cinco mil clientes. Deles, 15% são adolescentes. E o interesse cresce”, conta Jennifer, que ensina a tricotar. Nas entrevistas feitas pelas autoras para entender as razões que levaram a moçada a incorporar o hábito, os jovens disseram que o tricô diminui a ansiedade e o stress. De fato, artesanato e trabalhos artísticos funcionam como métodos relaxantes. Além disso, o tricô exige atenção para que tudo saia direito. Ansiosos exercitariam a paciência e treinariam a capacidade de se focar em um objeto. Estressados encontrariam uma válvula de escape para a tensão. A beleza das peças ajudaria o tricoteiro a descobrir que pode produzir algo bonito, melhorando a auto-estima.
Complemento – No Brasil, o tricô também pode ser uma alternativa contra esses distúrbios. A jornalista Paula Camila, 21 anos, de Juiz de Fora (MG), recebeu de amigos a sugestão de fazer um trabalho manual para lidar com a ansiedade. Ela escolheu o tricô. “Melhorei bastante. Levo meu kit quando estou longe de casa”, revela. Em maio, numa viagem com o noivo, o programador de web Gabriel Barbosa, 23 anos, carregou consigo agulhas e novelos. “O tricô é tão terapêutico que ensinei meu noivo a fazer. Ele adorou. Diz que o tempo passa rápido”, comenta.
Na verdade, trabalhos manuais e artísticos como a pintura têm funcionado cada vez mais como complementos aos tratamentos da ansiedade e da depressão. São estratégias não medicamentosas que acalmam a mente. Pelo mesmo motivo, a meditação ganha espaço. “Ela controla o tráfego de pensamentos. É um momento de conscientização do que a pessoa é. Se é alguém calmo e está com raiva, cria meios de lembrar seu estado natural”, afirma Luciana Ferraz, da organização Brahma Kumaris no Brasil (entidade que oferece cursos de meditação e qualidade de vida em 86 países).
Os efeitos da meditação no controle de patologias da mente são alvo de estudo em várias partes do mundo. No Brasil, um desses centros é a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A psicóloga Márcia Marchiori, por exemplo, desenvolve tese para analisar o impacto da meditação em idosos com pressão arterial elevada. Avaliará também os níveis de depressão e ansiedade em 80 voluntários que serão acompanhados por três meses. Metade deles meditará duas vezes por dia durante 20 minutos. O trabalho começa em setembro. “Queremos ver se a meditação terá efeitos significativos para essas pessoas”, afirma Márcia. Por enquanto, as evidências mostram que há benefícios palpáveis. “Na depressão, a meditação ajuda o indivíduo a identificar pensamentos e emoções que o levam a um estado indesejável”, explica Elisa Kozasa, pesquisadora da Unifesp.
É claro que meditar – assim como fazer tricô – não é panacéia. “Se o praticante faz um tratamento, orientamos que prossiga com ele”, conta Luciana, do Brahma Kumaris. Quando se propõe o uso de tais estratégias, é importante entender que esses métodos são complementares à terapia indicada pelo médico. E também é preciso saber que esses expedientes precisam ser praticados com freqüência para que promovam os benefícios esperados. É como exercício físico. Uma vez só não adianta.
Publicado em IstoÉ 27/07/2005
Lena Castellón
Um ponto aqui, outro ali. Olhos grudados nos movimentos das mãos, mas ouvidos atentos ao que dizem em torno. O professor fala e os estudantes tricotam. Parece estranho, mas é assim que alguns alunos do Manhattan Center for Science and Mathematics, dos Estados Unidos, têm assistido aulas. A direção acredita que permitir a prática na sala não é prejudicial. Pelo contrário, ajudaria a aprimorar a concentração. Em declaração dada recentemente ao jornal inglês The Times, uma assistente do diretor não apenas garantiu isso como acrescentou que os jovens também trabalham com papel e caneta. O curioso é que essa não é a única instituição americana a liberar o hobby em suas dependências. A atividade, tão comum às nossas avós, virou mania nos EUA e no Reino Unido. A moda floresceu há cerca de dois anos, gerou clubes de tricô nas escolas e invadiu a internet, com sites e blogs sobre o tema.
A mania cresceu tão rapidamente que foi lançado um livro para quem deseja aderir ao artesanato manual. Teen Knitting Club – das experientes tricoteiras americanas Jennifer Wenger, Carol Abrams e Maureen Lasher – traz dicas para que garotas e garotos (sim, eles também tricotam) produzam suas peças. “Tenho cinco mil clientes. Deles, 15% são adolescentes. E o interesse cresce”, conta Jennifer, que ensina a tricotar. Nas entrevistas feitas pelas autoras para entender as razões que levaram a moçada a incorporar o hábito, os jovens disseram que o tricô diminui a ansiedade e o stress. De fato, artesanato e trabalhos artísticos funcionam como métodos relaxantes. Além disso, o tricô exige atenção para que tudo saia direito. Ansiosos exercitariam a paciência e treinariam a capacidade de se focar em um objeto. Estressados encontrariam uma válvula de escape para a tensão. A beleza das peças ajudaria o tricoteiro a descobrir que pode produzir algo bonito, melhorando a auto-estima.
Complemento – No Brasil, o tricô também pode ser uma alternativa contra esses distúrbios. A jornalista Paula Camila, 21 anos, de Juiz de Fora (MG), recebeu de amigos a sugestão de fazer um trabalho manual para lidar com a ansiedade. Ela escolheu o tricô. “Melhorei bastante. Levo meu kit quando estou longe de casa”, revela. Em maio, numa viagem com o noivo, o programador de web Gabriel Barbosa, 23 anos, carregou consigo agulhas e novelos. “O tricô é tão terapêutico que ensinei meu noivo a fazer. Ele adorou. Diz que o tempo passa rápido”, comenta.
Na verdade, trabalhos manuais e artísticos como a pintura têm funcionado cada vez mais como complementos aos tratamentos da ansiedade e da depressão. São estratégias não medicamentosas que acalmam a mente. Pelo mesmo motivo, a meditação ganha espaço. “Ela controla o tráfego de pensamentos. É um momento de conscientização do que a pessoa é. Se é alguém calmo e está com raiva, cria meios de lembrar seu estado natural”, afirma Luciana Ferraz, da organização Brahma Kumaris no Brasil (entidade que oferece cursos de meditação e qualidade de vida em 86 países).
Os efeitos da meditação no controle de patologias da mente são alvo de estudo em várias partes do mundo. No Brasil, um desses centros é a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A psicóloga Márcia Marchiori, por exemplo, desenvolve tese para analisar o impacto da meditação em idosos com pressão arterial elevada. Avaliará também os níveis de depressão e ansiedade em 80 voluntários que serão acompanhados por três meses. Metade deles meditará duas vezes por dia durante 20 minutos. O trabalho começa em setembro. “Queremos ver se a meditação terá efeitos significativos para essas pessoas”, afirma Márcia. Por enquanto, as evidências mostram que há benefícios palpáveis. “Na depressão, a meditação ajuda o indivíduo a identificar pensamentos e emoções que o levam a um estado indesejável”, explica Elisa Kozasa, pesquisadora da Unifesp.
É claro que meditar – assim como fazer tricô – não é panacéia. “Se o praticante faz um tratamento, orientamos que prossiga com ele”, conta Luciana, do Brahma Kumaris. Quando se propõe o uso de tais estratégias, é importante entender que esses métodos são complementares à terapia indicada pelo médico. E também é preciso saber que esses expedientes precisam ser praticados com freqüência para que promovam os benefícios esperados. É como exercício físico. Uma vez só não adianta.
Publicado em IstoÉ 27/07/2005
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1 de novembro de 2009
FAMOSOS E SEUS TRICÔS.....e nós em boa companhia
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26 de outubro de 2009
Fazer e desfazer
Como todos já sabem,essas colchas de quadrados fazem parte da minha história. Ás vezes, eu pego uma que já está muito usada, desfaço tudinho e teço de novo......esse 'ser' aí em cima da cama é o Rambo, um pinsher danado de levado, que gosta de ficar no meu colo enquanto teço.
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COLCHA JOSEFINA
Esta é a colcha de quadrados perfeitos 50x50 pontos que fiz de presente para a minha filha Flávia Regina. Começou com uma mantinha de colo e ela gostou tanto que fomos aumentando o tamanho, até, claro ela pedir que fosse do tamanho da cama dela, a Josefina. Na panorâmica dá pra ver que não tem cor mesclada repetida e toda a volta feita em rosa velho.........
25 de agosto de 2009
TRICOTEIRAS SOLIDÁRIAS
SOMENTE PARA QUEM TEM DISPOSIÇÃO DE AJUDAR EFETIVAMENTE.
A COMUNIDADE NÃO PRECISA DE NÚMERO, PRECISA DE MÃOS TRABALHANDO EM PROL DOS CARENTES.
Quem sentir que pode ajudar entre:
ORKUT - TRICOTEIRAS SOLIDÁRIAS
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=70033821
A COMUNIDADE NÃO PRECISA DE NÚMERO, PRECISA DE MÃOS TRABALHANDO EM PROL DOS CARENTES.
Quem sentir que pode ajudar entre:
ORKUT - TRICOTEIRAS SOLIDÁRIAS
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16 de fevereiro de 2009
ILUMINADA
Eu me sinto iluminada!!!!
Sabe quando você quer muito uma coisa? Fica muito tempo planejando tê-la?
Eu queria muuuuuito uma agulha que vi no catálogo no ano passado. Consegui comprar e estou tão feliz, pareço criança com brinquedo novo.
Eu queria muuuuuito uma agulha que vi no catálogo no ano passado. Consegui comprar e estou tão feliz, pareço criança com brinquedo novo.
Dá uma olhadinha ......eu estou amando, elas são maravilhosas......e iluminadas!
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19 de janeiro de 2009
Tricô Irlandês

Os Diamantes representam o desejo de fartura na pesca, a riqueza e o sucesso.

Os Pontos Entrelaçados representam os relacionamentos da vida.

Árvore da Vida; no aspecto religioso, também significa a salvação da alma.

A Escada da Vida; tem também significado religiso (o mesmo da Árvore da Vida).
EU QUERO UM

Gente!!!
estou com idéia fixa nesta capa de sofá....desde que vi numa comunidade de tricô estou doida nela, hehehehehe
Preciso arrumar tempo para achar a receita ou tentar "ver" como faz essa maravilha......
31 de dezembro de 2008
Meninas que enxergam demais
Essas meninas faziam tricô comigo quando eu morava em Brasília.....na foto estamos em frente da loja que vendia nossos produtos....a de azul é a Conceição, eu no meio, e a Teresa.
Detalhe, ambas são deficientes visuais e fazem peças em tricô - bolsas e outras peças de modelagem reta.
O mais legal é sentir a alegria delas, principalmetne da Ceiça que está sempre de bem com a vida, sempre de tricô na mão.
Saudade de vocês....
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